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O impacto da pandemia: veja como está a inadimplência no Brasil

A economia brasileira sofreu um grande choque desde que a pandemia começou, e isso é de conhecimento mútuo. Aliás, os efeitos dessa recessão continuam a respingar sobre as pessoas e empresas de diferentes segmentos até hoje.

Foram diversos negócios fechados, vários desempregados e outros inúmeros estabelecimentos abertos na tentativa de se recuperar financeiramente, afinal, as contas não param de chegar. Como consequência, o índice de inadimplência também cresceu.

Sabendo disso, preparamos este conteúdo exclusivo para mostrar um panorama geral de como está a inadimplência no Brasil, quais foram os momentos mais difíceis e os desafios que ainda poderemos enfrentar. 

Para conferir, é só continuar a leitura! 

A inadimplência no Brasil: um comparativo com os anos anteriores

Segundo o mapa de inadimplência da Serasa Experian, feito para representar como a pandemia impactou as ações de cobrança e recuperação de dívidas nos primeiros meses de 2020, o número de pessoas endividadas cresceu 2,7% e o de empresas, 7,3% se equiparado com o primeiro trimestre de 2019.

Para exemplificar, vale analisarmos separadamente: 

PF (pessoas físicas)

O índice de pessoas que ficaram inadimplentes nesse período foi de 2,7% a mais, porém, a quantidade de dívidas por consumidor caiu 1,5% em comparação ao primeiro semestre de 2019, totalizando, então, uma redução de 4,2%.

De acordo com a mesma pesquisa, as regiões que concentram a maior porcentagem de inadimplência são Nordeste, Sul e Sudeste, e essas dívidas são em maioria com bancos e instituições financeiras. 

PJ (pessoas jurídicas)

No segmento de PJ, o percentual mostrou um crescimento mais expressivo. A taxa de empresas inadimplentes aumentou 7,18% em relação aos primeiros semestres de 2019 e 2020.

No entanto, o volume de dívidas por empresa ficou 5,7% a menos em comparação aos seis primeiros meses do ano anterior. Sul, Sudeste e Nordeste também foram as regiões com o índice mais alto de inadimplência. 

Como vimos, houve aumento de inadimplentes, entretanto, o número de dívidas por pessoas e empresas retraiu. Uma explicação para essa queda pode ser a ampliação do prazo para negativar, além disso, é provável que muitas empresas tenham passado por um processo de renegociação de dívidas, estendendo o prazo de pagamento de seus clientes.

Como está a inadimplência no Brasil hoje

Após o enfrentamento de um dos piores cenários da economia, e apesar da inadimplência ter crescido, bancos e analistas estão otimistas para este ano de 2021, que também será desafiador, mas poderá trazer boas expectativas para o mercado de crédito — fator importantíssimo para retomar as atividades e estimular os negócios.

Contudo, para as pessoas físicas que se viram desempregadas e recorreram ao auxílio emergencial, a situação ainda é delicada. Mesmo com a porcentagem de famílias endividadas em queda, é possível que esse número mude e expanda.  

De qualquer forma, a melhor maneira de se precaver e manter a organização financeira pessoal ou do seu negócio, é fazendo um planejamento e colocando na ponta do lápis todos os gastos e despesas semanais, mensais, enfim. 

Separar o que é essencial e o que não tem tanta urgência é um bom caminho para economizar e conseguir gerenciar o fluxo de caixa durante a pandemia.

Não menos importante, é válido reforçar que a volta das atividades pede a volta de ações de cobranças. Por mais difícil que seja o momento e que todos tenham sido afetados, a cobrança faz parte da recuperação de crédito

Por isso, busque conhecer o seu cliente, seus novos hábitos de compra e tendências de consumo para que vocês tenham a oportunidade de fazer uma negociação que beneficie ambos os lados.

E então, o que achou deste artigo? Para conferir outras matérias semelhantes, é só acompanhar nosso blog e nos seguir nas redes sociais! Até a próxima!

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